Validade científica das teorias de Newell e Simon e de John Searle. Será pertinente a continuação do debate?

Autores

  • Célia Sales
  • Paulo Santos

DOI:

https://doi.org/10.17575/rpsicol.v10i1/2.656

Palavras-chave:

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Resumo

O presente artigo pretende proceder à discussão crítica sobre a validade científica de duas teorias que debatem a possibilidade de Homem e Máquina partilharem as características básicas do pensamento. No centro do debate estão, por um lado, os teóricos da Inteligência Artificial A. Newell e H. Simon e, por outro, o filósofo J. Searle. Separam-nos a hipótese proposta por Newell-Simon – a manipulação simbólica é condição suficiente para o comportamento inteligente – recusada por Searle com a argumentação de que a intencionalidade (característica intrínseca do cérebro humano) é condição necessária para a inteligência, negando que esta propriedade esteja presente em sistemas não biológicos. A comparação das duas teorias foi realizada com base nos critérios de validade científica propostos por Karl Popper. A principal conclusão é a de que a teoria de J. Searle se revela não científica.

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Referências

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Como Citar

Sales, C., & Santos, P. (1995). Validade científica das teorias de Newell e Simon e de John Searle. Será pertinente a continuação do debate?. PSICOLOGIA, 10(1/2), 221–235. https://doi.org/10.17575/rpsicol.v10i1/2.656

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Artigos